Mai
O Lajedo de Soledade, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil, está localizado na região Oeste do Rio Grande do Norte, no município de Apodi, a 12 km do centro da cidade, a 420 km de Natal e a 76 km de Mossoró.
No lajedo, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte encontraram fósseis de animais pré-histórico, como o bicho-preguiça e tatus gigantes, mastodontes e tigres-de-dente-desabre que viviam no Nordeste no período Glacial, além de pinturas rupestres.
São vários os painéis dessas pinturas ainda preservadas que se encontram no leito de um rio seco, que podem ser observadas em visitas acompanhadas por guias. Segundo pesquisadores, os desenhos dessas pinturas teriam sido feitos por índios que habitavam essa região no período pré-histórico.
O lajedo é constituído por uma área de rocha calcária que sofreu a erosão da água das chuvas, abrindo um mini cânion com cavernas e fendas onde estão gravadas as pinturas rupestres, representando figuras de espécies que seriam araras, papagaios, garças, lagartos e formas geométricas. Já foi tema de documentário de 30 minutos na BBC de Londres. Ocupou páginas de revistas e jornais de circulação nacional e internacional. Foi tema de inúmeras reportagens na TV e em vários outros veículos de comunicação do Brasil. É fonte inesgotável de conhecimento científico para centenas de pesquisadores, inclusive as mais respeitadas do mundo. Recebe, por mês, até 700 visitantes, dos quais 90% são estudantes e professores.

Como chegar:
A melhor opção é partir de Mossoró pela BR-405 em direção a Apodi. De Mossoró são 73 quilômetros até a entrada para Soledade e de lá mais sete quilômetros até o Lajedo.
Funcionamento
As visitas ao Lajedo de Soledade podem ser feitas de terça a domingo, das 8 às 17 horas, sempre com acompanhamento de guia da Fundação dos Amigos do Lajedo de Soledade (Fals), entidade que mantém o local.
Preço
Para cada grupo de 15 pessoas é cobrado a taxa de R$ 30,00. Sendo que R$ 25,00 é para o guia e R$ 5,00 referente a entrada no Museu. Para grupos de Escolas particulares ou públicas o valor da entrada no Museu fica R$ 2,00.
Mai
Inspirado na boa cozinha regional e buscando sabores que juntem mar e sertão, o Baião de Todos é uma homenagem à diversidade do povo e da cultura brasileira, tão ricos em contrastes, sabores e texturas.
Nosso baião não é de dois, é de todos: do camarão, da manteiga da terra, do jerimum e do polvo, uma grande mistura em harmonia que reflete a essência do Brasil, de Natal e do Manary Praia Hotel.
Abr
Matizes Nordestina na visão do artista
Flavio Freitas. Artista brasileiro, potiguar, com formação em arquitetura e música. Está entre os mais premiados artistas do Rio Grande do Norte.
Na última quinta-feira o público pôde conferir um Flávio Freitas diferente. Ou uma Natal sob o olhar do flaneur - aquele estrangeiro que capta a realidade ao redor de forma descritiva, ou artística. A exposição no Solar Bela Vista apresentou pinturas de Flávio e também do artista plástico norte-americano Daniel Minter. Cada um pintou o Estado do outro. Daniel retratou o Rio Grande do Norte. E Flávio, o Estado de Maine.
As obras evidenciam as impressões de cada artista sobre a realidade alheia. Natureza, cultura, luz e cores, semelhanças e contrastes fazem a festa dos olhos em oito telas de cada artista. Cada um esteve na cidade do outro por dez dias entre o fim de 2011 e início de 2012.
A partir do dia 3 de maio a exposição segue para Maine nos EUA.

Manary e a arte de Flavio Freitas:
Ilustrações exclusivas de Flavio Freitas foram especialmente criadas para ilustrar nosso cardápio.
Nela o artista retrata a cultura, beleza e frutos da terra potiguar.

@ManaryHotel
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Conheça as fotos de Eduardo Bagnoli








